sexta-feira, 30 de março de 2012
prefácio
Bom, eu queria registrar nesse blog as minhas novas experiências como uma mulher. Sim, mulher! Não tenho nenhum interesse em me auto-promover, nem qualquer marketing do tipo; são sentimentos e pequenas novas emoções que se lerem ou não, pra mim tanto faz, eu só registro porque acho que a escrita é um tipo de fotografia do tempo, e todos os momentos que forem fotografados a partir de agora serão de eterna importância pra mim, como esse trecho do Mario de Andrade que descreve bem esse nosso momento.
"...Alguns dados. Nem todos. Sem conclusões. Para quem me aceita são inúteis ambos. Os curiosos terão o prazer em descobrir minhas conclusões, confrontando obra e dados. Para que me rejeita trabalho perdido explicar o que, antes de ler, já não aceitou. Quando sinto a impulsão lírica escrevo sem pensar tudo que meu inconsciente me grita. Penso depois: não só para corrigir, como para justificar o que escrevi. Daí a razão deste Prefácio Interessantíssimo... E não quero discípulos. Em arte: escola=imbecilidade de muitos para vaidade dum só. Poderia ter citado Gorch Fock. Evitava o Prefácio Interessantíssimo. "Toda canção de liberdade vem do cárcere".
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Gabi, já gostei a partir da descrição; mas confesso que a citação de Mario de Andrade no prefácio instigou minha curiosidade em saber que influências moram nesta mulher.
ResponderExcluirFico feliz que tenho gostado. Procuro ser influenciada pelas melhores mentes que conheço e sinta-se a vontade para partilhar isso comigo semre que quiser. Você é muito bem vinda ao meu infinito particular..
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